Olá queridos amigos. Hoje o post vai ser todo em uma linguagem fofuxissima.
Sim, fofuxissima, porque hoje o post d'Aquele "editor" (eu adoro essa palavra) é sobre o fenômeno do powerpop, do emo glam, da viadice colorida que são essas bandinhas novas.
Na tentativa de dar um up no terrível e triste movimento emo, com suas franjas outstyle e suas cores apagadas, alguns miguxos começaram a mudar. E se você bi, esperava uma mudança pra melhor, lembre que estamos em 2010 e nada melhora, ok. Pode chorar purpurina, mas dessa vez a gente arrasô. Porque o que surgiu foi isso:
Sim colega. Tire aquela sua calça cologuida do armário. Pegue o disco que sua avó guarda do Zezé di Camargo. Tire a mão da boca e faça caretinha pra tirar foto. Você acaba de ser powerpopizado.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA. PARA TUDO!
É isso aí. Não dá. Essas 5 linhas foram uma verdadeira tortura. Cisqueiros, sejamos sinceros, as modas infanto-juvenis estão se superando. De boa, quando eu tiver um filho, eu espero que ele não fique assim.
Porque é uma puta falta de sacanagem (e logo vocês entenderão o porquê). Eles cantam com voz de moça. Eles usam roupas de moça. E as moças os adoram. Mas eu não vou falar mais disso.
Agora, só pra comprovar a tese não levantada de que música ruim em excesso faz mal, veja você mesmo:
Sim, aposto que você também quer chingar muito no Twitter (não esquece de nos seguir). Aposto que você também acha uma puta falta de sacanagem deixar as "pessoas" sem pulseirinha. Aposto que você também ficou mordido porque eles não vinheram falar com o povo.
E aposto que você riu.
E pode rir mais:
Sabe o que é melhor? Daqui uns 2 anos ninguém mais vai lembrar quem eram essas bandas. Ninguém vai cantar mais essas músicas. E essas pessoinhas geniais e super glam vão se arrepender de certa forma. E talvez, ele acabe querendo discutir sobre AC/DC com você.
Só que dessa vez, você já sabe em qual calo pisar. E por favor, pise com vontade...
Por Aquele
(que se mata de rir)
A propósito, se você quer sacanagem, conhece o Chatroulette, ou o RedTube ou o XVideos?
A – Você é meu companheiro.
B – Hein?
A – Você é meu companheiro, eu disse.
B – O quê?
A – Eu disse que você é meu companheiro.
B – O que é que você quer dizer com isso?
A – Eu quero dizer que você é meu companheiro. Só isso.
B – Tem alguma coisa atrás, eu sinto.
A – Não. Não tem nada. Deixa de ser paranóico.
B – Não é disso que eu estou falando.
A – Você está falando do quê, então?
B – Eu estou falando disso que você falou agora.
A – Ah, sei. Que eu sou teu companheiro.
B – Não, não foi assim: que eu sou teu companheiro.
A – Você também sente?
B – O quê?
A – Que você é meu companheiro.
B – Não me confunda. Tem alguma coisa atrás, eu sei.
A – Atrás do companheiro?
B – É.
A – Não.
B – Você não sente?
A – Que você é meu companheiro? Sinto, sim. Claro que eu sinto. Você não?
B – Não. Não é isso. Não é assim.
A – Você não quer que seja isso assim?
B – Não é que eu não queira: é que não é.
A – Não me confunda. Por favor, não me confunda. No começo era claro.
B – Agora não?
A – Agora sim. Você quer?
B – O quê?
A – Ser meu companheiro?
B – Ser teu companheiro?
A – É.
B – Companheiro?
A – Sim.
B – Eu não sei. Por favor, não me confunda. No começo era claro. Tem alguma coisa atrás, você não vê?
A – Eu vejo. Eu quero.
B – O quê?
A – Que você seja meu companheiro.
B – Hein?
A – Eu quero que você seja meu companheiro, eu disse.
B – O quê?
A – Eu disse que eu quero que você seja meu companheiro.
B – Você disse?
A – Eu disse?
B – Não. Não foi assim: eu disse.
A – O quê?
B – Você é meu companheiro.
A – Hein?
Resolvi postar sobre algo mais sério... um assunto de verdade, mas no meio do caminho deu vontade de falar sobre os vídeos da Pixar!
Todo mini-filme da Pixar tem uma historinha, mas algumas são consideravelmente sérias. Histórias que variam entre triste, assustadoras, engraçadas e assim por diante.
Separei alguns deles, que gosto muito:
For the Birds: Uma leva de passarinhos preconceituosos, rindo do “patinho feio”
O vide mostra bem como pessoas como essas nunca tem um bom fim!
Como diria o ditado: “Quem ri por ultimo, ri melhor!”
Kiwi: Esse é muito triste, fiquei com vontade de chorar da primeira vez que vi!
Exemplo de superação, coisa que poucos, têm forças/capacidade para conseguir.
Qual o limite para realização do sonho?
Alma: Cara, esse me da muito medo, ODEIO BONECAS, quase impossível ser mais assustador! [acho que talvez um boneco palhaço seja pior! 8-) ]
Muito bem feito, muito assustador! Nunca mais escrevo meu nome em superfícies empoeiradas e afins =x
E, tem o chato...MUITO CHATO! [caso queria perder 5 min da sua vida, fique a vontade... mas realmente acho que não vale a pena!]
É, mais um belo post sem graça... mas a vida é sem graça!
E hoje, mais que nunca, o dia está realmente chato... merecedor do post :p
Aqui é Bohr do planeta Blur, burbulhando borbulhas aleatórias.
Mentira, aqui é Aquele. Só isso.
Vamos lá. Hoje li não sei em qual jornal, que não sei que família está há 20 dias em greve de fome. Ok, greve de fome. Leia a tia Wiki. (Clique em “Wiki” e leia, o texto é curtíssimo).
Agora tente me explicar o porquê de alguém ceder a uma greve de fome. Sinceramente, do alto do meu humilde egoísmo, a fome é sua. Quem vai ficar com dor no estômago é você. Quem vai ter diarréia (não usarei caganeira aqui) é você. Quem vai sofrer alucinações e ouvir seu estômago gritar, enquanto seu intestino digere seus vermes é única e exclusivamente a sua pessoa, meu senhor. Eu tô pouco me lixando se você vai morrer por inanismo, desidratação ou hemorróida. Whatever, I don't care.
Tirando o “IBOPE” que TALVEZ sua greve traga, provavelmente ela não surtará tanto efeito quanto o esperado. Historicamente falando (e eu não sei o porque ainda faço isso), houveram algumas greves de fome bem legais. Gandhi fez greve de fome? Acho que sim. Anyway, excetuando os motivos, greves de fome são estranhas.
Principalmente porque algumas pessoas não entendem a piada:
“Mããããããããaaaãããeee, eu TENHO muito que ir naquela festa...” “Não Mariazinha, você está de castigo.” “Tá bom então, vou fazer greve de fome e morrer.”
Sinceramente, se fosse minha filha, eu só responderia “Morra FDP!”. A meu, toma no cú. Todo o conceito já é muito besta, você me aflige com X, então eu me causo dor com Y e você pressionado desencana do X. Aí vem um palhaço, besta e idiota e subverte todo o esquema, querendo usar pra um motivo mais estranho que o conceito.
Sério, eu entendo o engajamento. Mas não entendo as ações. Me engajaria por certas coisas, mas não me mataria facilmente...
E posso imaginar uma lista de coisas que você não deveria dizer pra alguém que está em greve de fome.
Ser famoso na internet é moda há algum tempo, até a porcaria da Globo, seguindo os passos da MTV, já reconheceu. Alguns são bem idiotas, outros abusam de artifícios sensacionalistas, pornográficos, ou algo do gênero. Mas há, sim, muita coisa interessante que pessoas idiotas, como nós, fazem na internet – não que isso aqui seja um exemplo de coisa interessante.
Como você já deve saber, principalmente se é do tipo de pessoa que leria essa merda de blog, o PC Siqueira é o mais novo famoso da internet. E isso aconteceu em tão pouco tempo que só a internet pode explicar, eu já perdi as contas de quanta gente me mandou links do canal maspoxavida do PC no youtube.
Mas aí vem a coisa chata. Sempre vem. Ainda mais atualmente, já que as pessoas resolveram perder ainda mais o pouco de graça que as coisas tinham. Já notou que as pessoas não entendem mais suas piadas? Que você é irônico e ninguém percebe? Que você faz graça e a pessoa já acha que é sério? Que se você chamar seu amigo de arrombado, ou a amiga de vadia, já vão achar que é briga? Já notou que se você disser que gosta de cagar na calçada da casa da sua avó, um monte de gente vai acreditar? Poizé, povo chato. Aí surge um cara fazendo um canal legal no youtube, ou chato, dependendo das suas afinidades, e ao invés de rir, acompanhar, achar uma porcaria, sei lá, o povo fica discutindo: ele é vesgo? Ele é nerd? Porque aquelas tatuagens?
Aimeucu!
Eu não queria falar não, mas eu sou PC Siqueira. É, isso aí. Eu sou, Ninguém é, Aquele é, se você gosta dos assuntos desse blog provavelmente é também. Somos todos esse “personagem” que tem feito sucesso na internet. Todos nós, viciados em internet e suas ferramentas, em jogos, em cinema, quadrinhos, essas porcarias todas. Todos nós que preferimos passar nossa vida em frente a uma máquina, tendo relacionamentos virtuais (?), jogando qualquer coisinha viciante para enrolar um pouco os trabalhos, os estudos, o banho, o sono. Nós que lemos, que assistimos terror trash, fanáticos por cinema, que temos grupos de discussão sobre literatura, que não fazemos sexo porque não é tão fácil como se pensa, que não somos vistos como modelos ideais de comportamento e visual, que muitas vezes somos chamados de nerds – ou não, afinal, do que importa um rótulo? Nós somos PC Siqueira, perdendo nosso tempo em diálogos, ou monólogos, irrelevantes. Sobre coisas mais irrelevantes ainda.
Será que tudo tem que ser real? Será que pessoas que não saem de um “mundo virtual” realmente acreditam que tudo é real? E se não for, o que importa? A pessoa não pode inventar seus personagens? Nós não somos apenas personagens que criamos a partir do que queremos ser o achamos que somos? Os outros criam personagens de nós a partir da forma que nos vêem? Porque uma pessoa não pode expressar sua criatividade? Se é assim mesmo, ou não, o que importa? Ele é a sua mãe? Você, se me conhece, acha que eu realmente sou como me mostro para você? hohoho
Essas coisas me irritam tanto quanto quando as pessoas resolvem fazer longos debates sobre quem Charles Schulz em Peanuts. Será que o Charlie Brown não era na verdade um retrato de Schulz? O que importa?
Ao invés de discutir sobre a vesguice ou “nerdice” do cara, porque as pessoas não pensam no porque de um idiota sem noção, que tem a suástica tatuada no corpo, tem feito sucesso pelo país num programa mais que sem noção que, por sinal, todos adoram assistir? Porque não se divertir com o que é para se divertir, e discutir de forma séria o que é sério?
A propósito, você, rapazinho da night, todo tatuado, bonito e sensual, que finge ser vesgo, nerd e míope. Você me magoou. É, você me magoou muito. Eu achei que o “poxa vida” era por causa do Charlie Brown, você até usa shampoo do Snoopy... Você me decepcionou mesmo, não acesso mais seu canal, seu nerd fake!
Por que, quando queremos falar muito acabamos não conseguindo falar nada?
Well, depois do meu primeiro post “O retorno” tive várias idéias para posts, mas o problema de idéias de post é que são legais quando se tem a idéia, depois fica tudo chato e sem graça!
[Minha irmã esta assistindo “O Senhor dos Anéis – As duas torres” dublado em espanhol ¬¬’ e ainda assim estou me mordendo de vontade de me juntar a ela *-*] desgraçadadosinfernos,porqueleafazissocomigo!?? Hoje terminei de ler o livro do “clube do livro” desse mês, “A Metamorfose” – F. Kafka, muito bom, por sinal. Aquele fez uma ótima escolha! ^^ Queria ser a próxima a indicar o livro, mas no momento não tenho nenhum em mente, e vou passar a vez para outro [provavelmente serei a ultima a escolher, já que sou A PESSOA MAIS INDECISA DO MUNDO].]
A idéia do CISCA não é escrever sobre nossas vidas, e sim nossas consideração sobre qualquer assunto...
Pois bem, então vamos para minhas considerações sobre...
Sobre... 8-)
Sobre...
Sobre: “TRASHS e seus REMAKERS”
Sou uma das poucas pessoas que conheço que gostam de um bom e velho trash! [na verdade, só conheço o Aquele, com quem compartilho todos meus bons gostos! ^^]
Eu realmente ADORO um terror trash, acho muito melhor que os terror que não querem parecer trash, até porque 99,9% dos filmes de terror SÃO trash!
O mais "podre" que vi até hoje foi “O biscoito assassino”. Cara, o filme é totalmente sem noção! Muito bom, ri do começo ao fim.
Meu preferido é “My bloody valentine – 1981”.
É um filme muito bom, tem história e por ser considerado trash é muito bem feito!
Se nunca viu [bem provavel que não], mesmo que não curta um filminho de baixo orçamento... Engula o preconceito e assista ao filme, não vai se arrepender! MAAASSSSS... Se por acaso se arrepender... FODA-SE! Aposto que já se arrependeu de coisas piores e a única coisa que tenho a te dizer é: você tem um puta mau gosto! ¬¬’
Mas, sabe o que me deixa triste? Sabe o que realmente me deixa triste!??
Quando um IDIOTA acha que vai ser legal pegar um super clássico, um filme bom pra caramba e fazer um REMAKE ¬¬’
Tenho ÓDIO mortal dessas coisas!
Para quem não sabe, My bloody valentine teve seu” brilhante” remake lançado em 2009 em 3D [odeio filmes 3D ¬¬’]. Claro que fiquei SUPER empolgada, até porque achei que um terror 3D realmente deveria valer à pena [não vale!], e que se eles fossem fiéis a história seria perfeito *-*
Mas eles sempre mudam TOTALMENTE a história! Acabaram com o filme, colocaram um monte de putaria e mantiveram apenas o nome!
Estou no terceiro ano do curso de Arquitetura e Urbanismo, ADORO construções “antigas”, por assim dizer, e tenho vontade de morrer quando [em raras ocasiões, já que faço curso integral em outra cidade] ando pelo centro da minha cidade e me deparo com esse tipo de construção sendo demolida para construção de uma merda qualquer... de muito mau gosto!
Algo lindo e bem feito sendo substituido por um novo, julgado "melhor e mais bem feito", o que em poucas... muito poucas ocasiões, é a realidade! É mais ou menos como assistir um remake de um bom filme.
Esse ano estreará o remake de “A hora do pesadelo” (Y)
O Fred não se parece com o Fred, as crianças que tem os pesadelos não são mais crianças... e provavelmente não terá aquele banho de sangue na cena em que o personagem do Johnny Depp é sugado pela cama!
Com certeza vai ter gente pelada no filme, porque terror bom é terror que o “vilão” mata alguma siliconada transando ¬¬’
Ainda não vi o filme, mas tenho certeza de que odiarei pelo resto da minha vida!
Queria mesmo era ganhar $$ para ver um horror show!
Segue-se os trailers originais dos filmes citados...
[Me recuso a postar os remakers, caso queira ver, YouTube.com]
Sábado é o dia que, geralmente, a pessoa fica esperando chegar pra poder sair, beber cerveja, ir pra piscina, jogar/ver futebol, ou apenas para (talvez) não trabalhar. E isso é legal, porque... Bom, porque não é um dia comum de trabalho, estudo e essas coisas. Então isso já basta para ser legal. Mas, é óbvio que eu não faço nada disso, não faço e nunca fiz. Sábado é o dia em que eu não faço nada, nunca tenho nada pra fazer, nada mesmo. E não é porque estou deprimida, ou porque não surgiram oportunidades, ou porque eu não queira, não é nada disso. Eu não faço nada porque sempre foi assim. Hoje mesmo eu fui convidada para um churrasco em um lugar legal, com pessoas muito legais com quem eu gostaria de estar, e eu estou precisando sair um pouco e ver as pessoas porque agora que acabaram as férias, passou o carnaval, eu resolvi sair da toca no começo da semana e notei que eu mal consigo olhar pra cara das pessoas, porque foi tão legal ficar esse tempo todo sem ver gente chata que eu me acostumei, mas eu tinha que ir e então fui. Porém, eu quero ver meus amigos, colegas, enfim, algumas pessoas que eu gosto de ver, só que acabei nem indo, porque eu tinha que estudar para um concurso que vou prestar, e então fiquei aqui em casa fazendo nada enquanto crio coragem pra estudar. Vez ou outra eu leio um parágrafo e penso um pouco e tal, acho interessante, mas hoje é sábado, merda, não dá pra ficar estudando na cara dura assim, tem que disfarçar...
Aí eu estava deitada na cama em frente a um livro e minha irmã veio perguntando o que nós vamos fazer hoje, então eu disse pra ela que eu não vou fazer nada, porque tenho que estudar, virei para o lado, encostei a cabeça no travesseiro e fiquei pensando na vida. Então ela disse assim que alguém a chamou pra ir ao cinema hoje, mas hoje não dá porque não tem como ela ir ao cinema hoje, e eu fiquei pensando em porque ela tinha falado de sair, se não tem como. Isso tudo me fez pensar que, realmente, é mesmo, sábado é uma droga, uma merda de um dia chato. E já que eu não estava conseguindo estudar mesmo, até porque tinha criança em casa, resolvi pintar as unhas porque estava precisando. É, eu vou falar de esmalte sim, e se você é pseudo machão (porque macho que é macho não fica sentado em frente ao PC lendo esse tipo de blog), então fica um tempinho aqui (é pra clicar no “aqui”, owww), até eu terminar de falar. Até porque, não sei do que você está reclamando se hoje em dia até os homens assumiram que usam esmaltes. Agora tem aquela base transparente, com um pouco de brilho, chamada HOMEM. Esses dias eu vi e fiquei pensando o quanto as pessoas são idiotas, aquilo não é diferente em nada do que a base extra-brilho que eu passo por cima do meu esmalte – não tanto pelo brilho, mas porque ela disfarça o fato de eu passar esmalte muito mal. Será que se fizerem um esmalte de cor vermelho puta e escreverem “HOMEM” na frente, os caras vão comprar e usar?
Enfim. Fui escolher a bendita da cor do esmalte. Eu sempre quis usar esmaltes coloridos, mas era foda, porque só tinha vermelho e rosa, raro achar algum diferente. Então eu usava vermelho e um dia vi um verde palmeira, bem verdão mesmo, daqueles artísticos, para desenhar florzinhas em mão de menina frescurenta, e resolvi comprar. Gostei, mas era estranho até que logo virou moda, e agora é uma delícia comprar esmalte porque tem de todas as cores e tons: azuis, verdes, roxos, vermelhos, amarelos, cor de laranja... Aqui em casa mesmo nós temos uns 3 tons de vermelho, 3 de azul, 4 de verde, 2 laranja, sem falar no restante... Hoje em dia é tão gostoso comprar esmalte, que esses dias minha mãe ficou com dó porque eu gastei todo meu dinheiro e me deu 5 reais para eu comprar um suco e algo pra comer antes de ir pra aula de filosofia, mas eu quase passei fome porque preferi comprar esmalte, e olha que eu sou gorda, e gordo sempre coloca a comida em primeiro lugar. Enfim, aí eu fui escolher a cor do esmalte que passaria em minhas unhas.
Porque essa conversa mole toda? Porque enquanto passava meu esmalte azul, com um detalhe de outra cor, achando essa cor linda e me perguntando por que não fiz antes já que tenho esse esmalte desde o ano passado, me lembrei de que tinha comprado uma outra cor que nem tirei da bolsa. E isso é desesperador, porque perceber manias é algo desesperador. Antes eu tinha mania de passar esmalte para tirá-los logo após a secagem, porque isso é uma delícia. Agora tenho mania de comprar cores e mais cores. Essas manias são horríveis. Como quando eu baixava mil filmes, gravava em DVD porque não cabia mais no PC, mas não assistia quase merda nenhuma. E disso veio a mania de comprar filmes. Tenho uns 40 filmes aqui. Muita gente vê e acha que é muito, mas eu acho pouco, quero muitos... Agora, me pergunta quantos eu já vi depois de ter comprado. Geralmente vi antes, em um piratão baixado da internet, ou um DVD de outros, mas não os meus. Outra mania ridícula que tenho é a de ler deitada, eu só consigo prestar atenção direito se ler deitada – já melhorei, porque antes o livro tinha que estar de ponta cabeça -, só que isso dura pouco porque eu sou uma vagabunda e, quando não durmo, fico com a cabeça no travesseiro pensando besteiras. E enquanto fiquei aqui pensando em alguma outra mania idiota que eu possa ter coragem de admitir publicamente, percebi que levantei da cadeira, dei uma volta no quarto e já iria voltar a me sentar, mas como tenho vergonha de minha irmã notar que minha mania é de dar uma volta no quarto enquanto estou decidindo algo, fui até a cozinha e bebi um pouco de água. Eita vida, esse esmalte azul ficou bonito, olhei para as conchas que tenho aqui ao lado do PC e, lá vem outra mania, pensei em como seria bom estar viajando, em alguma praia, de preferência no frio, catando conchinhas e sem nada pra fazer... E lá se vai mais um sábado chato, sem estudar e sem ter feito nada de legal.
Para começar bem, demonstramos nossa posição perante a
questão da pirataria e plagiamos um blog amigo : Esse é mais um blog
que fala de tudo e não acrescenta em nada. Sem mais.
Eles
Aquele, sabe, aquele?
Aquele com um pino faltando... aquele lá!?
Isso, aquele da história boba; da língua solta... do alargador.
Aquele mesmo!
Prazer, Aquele!
Nem Alguém, ou Ninguém... nem mesmo Eu... só Aquele!
Oi =)
Eu sou Eu... Eu que não gosto disso nem daquilo;
que falo mal de tudo e todos, mais nunca num modo geral...
Eu, que, nem Ninguém entende; que nem mesmo se entende!
Um ser vazio e cheio ao mesmo tempo, sem nada que chame a
atenção nem que valha a pena ser notado!
Enfim, apenas Eu!
Ninguém é o nada, da mesma forma como Ninguém
sabe e pode tudo.
Num mundo tão cheio de idas e vindas desesperadas de pessoas
querendo se diferenciar por uma imagem construída, construo o meu
Ninguém.
Talvez você nem note, e me desculpe porque não vou me importar.
Até porque, de verdade não existo.
Sou apenas mais um fruto da minha, ou da sua, imaginação.